The China-Australia Free Trade Agreement and Australia’s labour market: claims versus evidence

James Laurenceson (Australia-China Relations Institute)

Quando o Acordo de Livre Comércio China-Austrália (China-Australia Free Trade Agreement – ChAFTA) foi assinado em 17 de junho de 2015, ocorreram demonstrações de hostilidades por parte dos sindicatos e de alguns acadêmicos e especialistas que tentavam desfazer o acordo. Esses ataques se concentraram em alegações de que o ChAFTA teria consequências notáveis e adversas para o mercado de trabalho local.

O texto do ChAFTA é relevante porque faz parte das obrigações de tratados internacionais da Austrália e essas obrigações possivelmente têm precedência sobre quaisquer leis internas consideradas inconsistentes. O apoio político bipartidário necessário para aprovar a legislação de habilitação para o ChAFTA não estava garantido até 20 de outubro de 2015, tendo entrado em vigor somente em 20 de dezembro daquele ano.

Este artigo revisa algumas das alegações feitas sobre como esse acordo impactaria o mercado de trabalho australiano. Em seguida, baseia-se em dados para testar em que medida as reivindicações feitas provaram ter peso empírico. Um evidente desmembramento é revelado entre reivindicações e evidências.

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