Canal Brasil-China

Notícias sobre as atividades desenvolvidas pelo CEBC, empresas associadas e instituições parceiras.

Em razão da visita do Primeiro Ministro chinês ao Brasil, o CEBC realizou, no dia 18 de maio, um Jantar Empresarial que contou com mais de 300 convidados, entre empresários brasileiros e chineses. Antecedeu o jantar uma rodada de negócios e um seminário sobre infra-estrutura. Partciparam do jantar o Ministro Armando Monteiro, MDIC e o Ministro Gao Hucheng, MOFCOM. No dia 19, foi realizada a Cúpula Empresarial Brasil-China, no palácio do Itamaraty, com a a participação da Presidente Dilma Roussef e do Primeiro Minsitro Li Keqiang no encerramento.

Depois de 5 anos na presidência do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), o Embaixador Sergio Amaral deixa o cargo. Durante sua gestão, o Conselho ganhou destaque como interlocutor entre o empresariado e o Governo, pela expansão do intercâmbio com a Seção Chinesa do Conselho Empresarial,  assim como pela  publicação de estudos inéditos sobre as relações empresariais Brasil- China, entre os quais a pesquisa sobre Investimentos chineses no Brasil (2011) e uma análise da presença brasileira na China.  Pelos serviços prestados ao CEBC, o Conselho resolveu designá-lo Presidente Emérito.

O novo  Presidente  é o Embaixador Clodoaldo Hugueney que, além de ter sido embaixador em Pequim entre 2008 e 2013, é reconhecidamente um dos maiores especialistas em China. Sua gestão à frente da Embaixada do Brasil ficou marcada pelo importante avanço na relação bilateral, pelo apoio ao intercâmbio  empresarial e, especialmente, pela contribuição pessoal que deu para o desenho e a assinatura do  Plano de Ação Conjunta (2010-2014) e do Plano Decenal de Cooperação (2012-2021), que estabelecem um parâmetro para o diálogo político e para a cooperação econômica entre os dois países.


Diretoria do CEBC biênio 2015/2017

Presidente: Embaixador CLODOALDO HUGUENEY, Ex. Embaixador do Brasil na China, entre 2008 e 2013

Diretores Vice-Presidentes:
MÁRCIO SENNE DE MORAES, Diretor de Relações Externas da Vale
MARCOS JANK, Diretor Global de Assuntos Corporativos da BRF
OCTÁVIO DE BARROS, Diretor de Pesquisa e Estudos Econômicos do Bradesco

Diretores:
ALFREDO DE GOEYE, Presidente da Sertrading
NELSON SALGADO, Vice-Presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Embraer
PEDRO FREITAS, Sócio da Veirano Advogados
RENATO LULIA-JACOB, Diretor e membro do conselho do Itaú BBA International plc.
ROBERTO DIAS, Diretor de Assuntos Institucionais da Odebrecht
ROBERTO MILANI, Vice-Presidente da Comexport

Presidente Emérito: Embaixador SERGIO AMARAL

Diretora de Economia: Fabiana D'Atri, Gerente executiva do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco

Secretária Executiva: Julia Dias Leite

O CEBC em parceria com a FIESP e o BNDES promoveu duas palestras com Arthur Kroeber, em São Paulo no dia 03 de março e no Rio de Janeiro, no dia 05 de março.

O evento de São Paulo, realizado na FIESP, contou com a participação do Diretor Titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (DEREX) da FIESP, Thomaz Zanotto, do Embaixador Sergio Amaral, Presidente do CEBC e do Diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Banco Bradesco, Octavio de Barros, como debatedor.

No Rio de Janeiro, o evento contou com a participação do Diretor do BNDES, João Carlos Ferraz, o Diretor de Relações Externas da Vale e VP do CEBC, Marcio Senne de Moraes e a debatedora Anna Jaguaribe, Diretora do Instituto de Estudos Brasil-China (IBRACH).

Nos dois dias, Arthur Kroeber deu início a sua apresentação constatando que a recente queda nos preços das principais commodities no mercado internacional dificilmente será revertida no curto prazo. O excesso de oferta a nível mundial e o arrefecimento da demanda marginal na China manterão um ambiente deflacionário nos próximos anos.

Frente a este cenário global, de acordo com Kroeber, a China enfrenta dois desafios fundamentais. Por um lado, no curto e médio prazo, encarar os problemas de endividamento dos governos locais e das grandes empresas estatais. Apesar de não haver perspectivas de uma crise financeira no país asiático, o nível de endividamento em uma economia que cresce a taxas menores começa a gerar incertezas.

Em segundo lugar, o principal desafio de China no médio e longo prazo é garantir o processo de reformas estruturais, visando estabelecer um modelo de crescimento mais sustentável, transitando, progressivamente, de uma economia baseada nos investimentos em infraestrutura e na indústria de manufaturas, para um modelo com maior ênfase no consumo doméstico e nos serviços. Segundo Kroeber, a questão seria como combinar a agenda de reformas estruturais com a resolução do problema do endividamento, e ao mesmo tempo, conseguir uma taxa de crescimento, para os próximos anos, que possa garantir o progresso social.

Neste contexto, Kroeber indicou algumas expectativas promissoras sobre o processo de reformas da China, cabendo destacar o progresso do governo em relação às reformas fiscais voltadas a reestruturação das dívidas de governos locais, a maior flexibilização do sistema de hukou, e os planos para aumentar a participação privada em empresas estatais. Por sua vez, a transformação estrutural da economia avança, com os serviços e o consumo das famílias ocupando um papel de maior destaque. Caso bem sucedidas, as reformas poderão garantir à China um crescimento, no médio prazo, de 6% a 8%.

Além disso, o diretor da GK Dragonomics também deu especial destaque a questão da campanha anticorrupção, ao concluir que esta é parte fundamental dos esforços reformistas do governo, no sentido de que o novo modelo de desenvolvimento planejado pelo Partido Comunista busca, entre outros pontos, a eficiência do Estado.

Kroeber ainda sinalizou implicações deste fenômeno para o Brasil. Mesmo com uma demanda relativamente mais fraca, as exportações de matérias-primas brasileiras para a China terão cinco anos de margem antes que o mercado imobiliário do país asiático acentue sua desaceleração e diminua a demanda por aço e outros materiais. No que tange os produtos oriundos do agronegócio, a demanda chinesa continuará a crescer, ainda que reste avaliar que parcela desta crescente demanda será suprida por importações, e em que medida o Brasil poderá contribuir.

Finalmente, Kroeber salientou que nesta nova etapa, a China passará a ser mais ativa na sua política externa - no âmbito regional e mundial - sobretudo via projetos de infraestrutura, como a “nova rota da seda”. Assim sendo, a China tem potencial para se tornar um grande investidor global, com um papel similar ao dos Estados Unidos. A questão para o Brasil será como atrair estes crescentes fluxos de investimento estrangeiro chinês em projetos que garantam benefícios para o País.

Acesse aqui a apresentação.

 

CEBC lançou, no dia 26 de fevereiro de 2015, a pesquisa "Oportunidades de Comércio e Investimento na China para setores selecionados" realizada em parceria com a Apex-Brasil. O estudo foi apresentado em evento no Hotel Tivoli, em São Paulo.

A intenção do estudo é servir como um guia inicial para empresas brasileiras sobre possibilidades de ingresso no mercado chinês, a partir da avaliação de potenciais oportunidades de investimento e comércio no país asiático para os setores de carnes (bovina, de frango e suína), suco de laranja e outros sucos, café, celulose, soja e calçados.

O evento contou com a participação dos autores da pesquisa: André Soares, Claudio Frischtak, Patrícia Steffen e Clara Santos.A abertura do evento foi iniciada pelo presidente do CEBC, Embaixador Sergio Amaral, tendo contado também com a presença da Assessora Técnica da Secretaria Executiva do MDIC, Flávia Furtado, e da Gerente Executiva de Inteligência e Estratégias de Negócios da Apex-Brasil, Sophia Costa.

O primeiro painel, voltado para a contextualização da relação bilateral, ficou a cargo do Embaixador Sergio Amaral, que apresentou a visão brasileira, e do Presidente do ICBC Brasil, Zhao Guicai, que indicou os principais aspectos referentes à visão chinesa. Os demais painéis, separados por setor, abriram espaço para o debate entre empresas e associações. Participaram empresas como: Marfrig, BRF, JBS, ABIEC, ABPA, CitrusBR, Bourbon Specialty Coffees, IBÁ, Moinho Iguaçu Agroindustrial e ABIOVE.

Para ter acesso a pesquisa clique aqui.

 

Pesquisa aponta oportunidades para investimentos da China

O estudo “Oportunidades de Comércio e Investimento na China para setores selecionados” será apresentado em evento gratuito em SP

O Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) lançam dia 26, em São Paulo, a pesquisa Oportunidades de Comércio e Investimento na China para Setores Selecionados, um estudo que analisa as oportunidades de negócios para empresas brasileiras no país asiático considerando os setores de carnes (bovina, de frango e suína), suco de laranja e outros sucos, café, celulose, soja e calçados. O evento, aberto ao público, terá dois painéis, que contarão com a participação de empresários das indústrias analisadas na pesquisa, como Marcos Jank, Diretor Global de Assuntos Corporativos da BRF, e Ibiapaba Netto, Diretor Executivo da Citrus BR, entre outros executivos. Estarão presentes também Ivan Ramalho, Secretário Executivo do MDIC, Maurício Borges, Presidente da Apex-Brasil, e o Embaixador Sergio Amaral, Presidente da Seção Brasileira do CEBC. Os debates acontecerão no Hotel Tivoli, em São Paulo, das 14h às 18h30.

Para o estudo, foram realizadas entrevistas com empresas e associações referentes a esses setores com o objetivo de levantar e discutir oportunidades de comércio e investimento. Os dados são um compilado de informações dos anos 2003 a 2013, analisados durante 2014. Acontecimentos-chave do último ano também são indicados na pesquisa. “Até 2013, o Brasil estava ganhando com o saldo das importações das commodities, que traziam receita para o país, mesmo com o problema da exportação dos manufaturados que afetam a indústria. Porém, o aumento das commodities em 2014 mostrou que é preciso achar soluções práticas e rápidas para virar o jogo e manter a parceira com o promissor mercado chinês. Para contribuir com essa discussão, a pesquisa analisou a viabilidade de ingresso neste mercado através de investimentos, como a receita do setor, os custos de produção e margens de lucro”, comenta o coordenador da pesquisa, André Soares.

As inscrições podem ser feitas clicando AQUI.

Evento: Lançamento da Pesquisa “Oportunidades de Comércio e Investimento na China para setores selecionados”

Data: 26/02/2015
Horário: 14h00 – 18h30
Local: Hotel Tivoli
Endereço: Alameda Santos, 1437, Sala Liberdade – São Paulo

Páginas

Fuso

Câmbio

Fale com as Embaixadas:

Informações Uteis